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Estimativas revelam a tendência de crescimento nas exportações, quando se fala do etanol de cana.
Terça-feira, 09 de julho de 2009.
O etanol tem ganhado destaque no cenário mundial em meio a discussões sobre mudanças climáticas, perante a crescente demanda internacional por fontes de energias limpas e a preocupação dos países em reduzir sua dependência de petróleo. Esse cenário melhora a imagem do País como fornecedor mundial, pois também usa sua matéria – prima um produto considerado mais eficiente a cada dia e com maior poder de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.
De acordo com cálculos da consultoria Ernst ET Toung, as exportações brasileiras do etanol deverão crescer 8,9% ao ano. As barreiras enfrentadas pelo produto no mercado internacional, como tarifas de importação, tendem a ser reduzidas gradualmente. Já a previsão do governo brasileiro é de aumentar a produção de etanol em 150% até 2020.
Porém temos um grande a caminho a se percorrido quando se fala de etanol como commodity
A União das Nações Unidas (ONU), já propôs de uma serie de critérios para que o biocombustiveis tenha acesso a grandes mercados internacionais.
A ONU sugere até mesmo uma reforma nas leis da Organização Mundial do Comércio (OMC) para dar fim a todos os esquemas de subsídios e incentivos fiscais ricos para a produção de etanol, o que estaria gerando uma distorção nos mercados e um comércio artificial.
O que se questiona em muitas das vezes é a viabilidade da sugestão da ONU, se de fato ganhará credibilidade, reformando a OMC? E quando o etanol de cana virá a ser um commodity?
Postado as 10:33h
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