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![]() A idéia do Ecoflex Ethanol Blog surgiu a partir de uma necessidade de estreitar as relações com os players de mercado e difundir não somente o ethanol, como também o trabalho realizado pela Ecoflex.
## World CO2 since 1750 (cubic feet)
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Blog Corporativo: PERFIL | BIODIESEL | ETANOL | CATEGORIAS | REGRAS Bons ventos para as indústrias de energia. Postado em 18/03/2010 as 16:18h A grande oportunidade de fazer negócios a partir de energias renováveis, em especial a eólica devido aos problemas climáticos presenciados com freqüência, tem motivado empresas multinacionais, fabricantes de equipamentos, a investirem no mercado nacional de energia eólica. O aumento das mudanças climáticas tão repentinas e desastres ecológicos nos levam a acreditar que a crescente quantidade de CO2 (gás carbônico) emitido na atmosfera tem contribuído para estes fenômenos. Apesar de alguns acordos para redução de CO2 previstos na 15ª Conferência das Partes sobre o Clima em dezembro de 2009 realizado pela Organização das nações Unidas (ONU) em Copenhague, os investimentos com energia renovável não é uma questão apenas ambiental, mas sim econômica. Outro fator relevante para este crescimento na produção renovável são as características geográficas de algumas regiões que não favorecem a viabilização das usinas. A preferência por fontes renováveis tende a aumentar consideravelmente, devido à cultura sócio ambiental que tem se espalhado entre as empresas do setor. As fontes renováveis respondem por cerca de 80% da oferta de eletricidade no Brasil, enquanto a média mundial é de 18%, de acordo com os dados mais recentes da AIE (Agência Internacional de Energia). E a expectativa é que sejam atingidos 40% em 2030. Segundo informações do atual mapa de energia eólica nacional, o Brasil tem um potencial de geração eólica de 143 GW, considerando as torres a uma altura de 50 metros. No Brasil, a região Nordeste é o principal local com potencial para geração eólica, em especial Estados como o Rio Grande do Norte e o Ceará. Entre os principais produtores mundiais desse tipo de energia estão China, Alemanha, Espanha, Dinamarca e Estados Unidos. De acordo com a Aneel, apenas 0,53% da geração de energia elétrica provém de fonte eólica. Porém o governo tem intensificado o estímulo na produção dessa energia, fato que em 2009 foi realizado o primeiro leilão. E a licitação foi considerada um sucesso tal que o Ministério de Minas e Energia prevê novos leilões para 2010. Foram habilitados cerca de 340 projetos eólicos, que totalizam potência de 10 mil MW. O contrato é de 20anos, com início em 1º de julho de 2012. Este estímulo proporciona que diversos fabricantes de equipamentos do setor invistam por aqui. É o caso da Siemens, que anunciou planos para instalar sua primeira fábrica de turbinas eólicas no Brasil, possível que seja na Região Nordeste do País. Mesmo com a nacionalização dos equipamentos, o que contribui também para redução do custo final é a isenção de tributos cobrados sobre os aerogeradores e seus componentes. Com os incentivos fiscais para o setor, estima-se que a produção seja crescente, visto que desde 1997, o governo isenta de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) todas as compras de equipamentos e componentes para aproveitamento de energia eólica e solar, em convênio renovável anualmente. Além disso, para os aerogeradores, foi dada isenção permanente de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O investimento em energia renovável, além de uma tendência global, é o grande gerador de novas fontes energéticas. Se para a desaceleração do consumo de combustíveis fósseis, a saída é o crescimento do uso do biocombustíveis, para geração de eletricidade, a alternativa vem da energia eólica. No entanto o importante é que a iniciativa privada e o setor governamental continuem investindo cada vez mais em fontes alternativas, é fundamental que esta expansão não seja interrompida, ganha a economia, empresários e o meio ambiente. FAÇA AQUI SEU COMENTÁRIO ! Comentários: |