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ECOFLEX TRADING na mídia
“O Segredo do Sucesso de uma Empresa está no seu comportamento com o Cliente”.


A ECOFLEX TRADING comprometida com os fatos e as tendências de seu segmento, procura estar sempre informando sua opinião, pautada na experiência de seu Diretor, MARCELO ANDRADE, e de seus colaboradores.

DEMANDA POR ETANOL NO CENTRO-SUL PODERÁ COMPROMETER OFERTA
17/09/2009 | Valor Econômico | Mônica Scaramuzzo.

Relegado a segundo plano nesta safra 2009/10, por conta dos preços mais atraentes do açúcar nas bolsas internacionais, o mercado de álcool combustível começa a reagir e já dá sinais de que a forte demanda pelo produto poderá ser atropelada pela oferta apertada nos próximos meses.

As vendas mensais de álcool (anidro e hidratado) no Centro-Sul do país cresceram, em média, 25% neste ciclo (de abril a agosto), por conta dos baixos preços do combustível durante o pico da colheita de cana, e deverão se manter firmes até o fim da safra, de acordo com Antonio de Padua Rodrigues, diretor-técnico da Unica (União da Indústria Canavieira de São Paulo).

Em abril deste ano, início da colheita, a venda de álcool hidratado pelas usinas atingiu 1,34 bilhão de litros, saltando para 1,53 bilhão de litros no mês passado. Em abril de 2008, as vendas foram de 1 bilhão de litros, chegando a 1,2 bilhão em agosto. O desempenho do álcool anidro ficou em torno de 500 milhões de litros mensais, segundo a Unica.

Apesar da boa demanda pelo produto e atraso na colheita de cana, provocado pelas chuvas na região Centro-Sul, que tem comprometido a produção, os preços do álcool só começaram a reagir nas últimas semanas. Na sexta-feira, o litro do álcool hidratado encerrou a R$ 0,7879 (sem impostos), no mercado paulista, com aumento de 6% sobre a semana anterior. No ano, a valorização é de 7%, enquanto o açúcar no mercado interno acumula alta de 70%, segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Analistas ouvidos pelo Valor acreditam os preços não terão espaço para cair muito mais nos próximos meses, mas também não devem registrar grandes saltos como os do açúcar, que já acumulam valorização de cerca de 90% na bolsa de Nova York.

Para Padua, somente a forte alta do álcool no mercado internacional poderá conter o forte crescimento da demanda. No início da safra, os estoques de passagem do combustível estavam em 1,9 bilhão de litros. A previsão é de que eles estejam praticamente zerados em março do ano que vem, quando termina o ciclo 2009/10.

A queda das exportações brasileiras do álcool, que estão projetadas em torno de 3 bilhões em 2009/10, ante 4,2 bilhões de litros de 2008/09, deverá garantir parte da oferta no mercado interno.

"Os estoques de álcool deverão ficar apertados até o fim da safra. Com as chuvas atrapalhando a colheita, muitas usinas deverão emendar essa moagem na outra", afirmou John Claude Zarb, diretor de "soft commodities" da corretora Icap. "A expectativa é de que a moagem nesta primeira quinzena de setembro fique abaixo dos 30 milhões de toneladas, esmagados na segunda quinzena de agosto", afirmou.

Rodrigo Bortone, da trading Bauche Energy, observa que a produção de álcool combustível é viável neste momento, mas a crise mundial estancou a demanda global pelo produto.

"O mercado de álcool reagiu, com as usinas retomando as vendas. Não vejo os preços do combustível caindo, mas se acomodando", afirmou Marcelo Andrade, diretor da Ecoflex Trading. Na região Nordeste, cuja safra teve início em setembro, os preços do combustível estão mais firmes. O açúcar naquela região está tendo uma resposta altista muito mais rápida por conta do desempenho das cotações nas internacionais.

A expectativa é de que o Brasil processe cerca de 600 milhões de toneladas de cana na safra 2009/10. Não fossem as chuvas sobre os canaviais , as usinas do Centro-Sul poderiam ultrapassar sem dificuldade os 550 milhões de toneladas de cana. No entanto, a expectativa é de que 40 milhões de toneladas fiquem em pé nos canaviais. Isto significa, que as usinas deixarão de produzir 1,9 bilhão de litros de etanol e 2,26 milhões de toneladas de cana. A produção nacional está estimada em 27 bilhões de litros de álcool e 35 milhões de toneladas de açúcar.


"NEM A DEMANDA FIRME SEGURA PREÇO DO ÁLCOOL
15/06/2009 | Valor Econômico.

Apesar da boa demanda no mercado interno e da safra de cana ser mais voltada para a produção de açúcar, os preços do álcool não reagem como o esperado. Analistas ouvidos pelo Valor afirmam que a tendência é que as cotações permaneçam estáveis na próxima semana, com viés de baixa.

"As usinas menos capitalizadas e as que só produzem álcool estão pressionando as cotações", disse Júlio Maria Martins Borges, da Job Economia e Planejamento. "A expectativa é de que até meados da safra os preços ainda oscilem [para cima]". Os preços seguem abaixo dos custos de produção, disse Antonio de Padua Rodrigues, diretor da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica). Segundo ele, os custos vão de R$ 0,70 a R$ 0,80, de acordo com o porte da usina.

Na semana passada, de poucas negociações, o litro do álcool anidro vendido pelas usinas às distribuidoras atingiram a média de R$ 0,6818 (sem impostos) em São Paulo, alta de 1,52% sobre a semana anterior. O hidratado ficou em R$ 0,5909 (sem impostos), elevação de 1,7%, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O consumo mensal tem girado em torno de 1,8 bilhão de litros, salto de 80% comparado com os últimos três anos.

"A expectativa é de que as distribuidoras voltem a comprar nos próximos dias para repor os estoques após o feriado", disse Marcelo Andrade da trading Ecoflex.


"AMÉRICA LATINA TEM ALTO POTENCIAL PARA BIOCOMBUSTÍVEIS."
24/05/2009 | Blog Noticias das Américas O globo | Por Débora Thomé.

Por coincidência, na última semana, recebi e-mails de dois especialistas em biocombustíveis. Como hoje é domingo, fica mais fácil me alongar sobre o tema, por assim dizer, menos central. A posição de líder do Brasil, nesse setor, é conhecida, mas aproveitei para perguntar a eles sobre os outros países; o que andam fazendo nesta direção.

Marcelo Andrade, da Ecoflex Trading, está lançando a Revista Ecoenergia, e por isso entrou em contato com o blog. Ele contou que outros países latino-americanos estão começando a desenvolver projetos nessa área. A Colômbia é um caso, até porque é uma opção interessante investir no etanol para concorrer com as plantações de coca, sem falar que o país precisa diversificar seu consumo energético.

- As expectativas de expansão da produção bioenergética também são grandes na Argentina que, por ser muito dependente de combustíveis fósseis, procura diversificar sua matriz, tanto com investimentos públicos quanto privados. A Argentina caminha para ter cerca de 10% da produção mundial de biodiesel em 2010 - diz Marcelo.

Já existem 22 usinas de biodiesel à base de soja lá, mas eles querem entrar também no mercado de álcool de cana, com um planejamento de investimento de US$ 500 milhões, segundo Marcelo. Outro que tem chances de entrar no setor é o Paraguai. A Venezuela teria potencial climático e de terras, mas imagino que nem tão cedo se meterá nesse assunto, afinal tem do outro combustível de sobra.

O professor Luiz Augusto Horta Nogueira, da Universidade Federal de Itajubá, também especialista no tema, está num sabático no Chile, estudando como os biocombustíveis podem ajudar a melhorar os sistemas energéticos na América Latina. Esta foi a resposta que me mandou sobre a situação dos biocombustíveis na região:

- Estou convencido que a maioria dos países da América Latina (e do Caribe) estão especialmente bem posicionados para se tornarem produtores de biocombustíveis, produzidos em bases sustentáveis. Entendo, porém, que a principal barreira é cultural, faltam informações e sobram preconceitos. Em muitos países, as pessoas vêem com desconfiança a possibilidade de usar um combustível de cana, sobretudo quando empresas do ramo de petróleo colocam dificuldades.

No site www.bioetanoldecana.org, há um trabalho desenvolvido pelo professor Horta no qual ele cita a América Latina e a África Subsaariana como as duas regiões potenciais para a produção de biocombustíveis, dadas as “áreas agrícolas não utilizadas e ecologicamente adequadas”, diferentemente de regiões como o Japão, Oriente Médio, Sul da Ásia, entre outras, que não tem potencial para fazer cultivos energéticos.

Tudo isso posto, o professor argumenta que se está querendo investir nos biocombustíveis na região tanto por uma questão de aumentar a independência em relação ao petróleo, como também se pode pensar em exportação para áreas que não tenham esse potencial produtivo. Alguns países, inclusive, já tem meta de 10% de etanol na mistura da gasolina.

Algumas considerações: do ponto de vista global, com o petróleo a preços razoáveis, a febre do biocombustível se arrefeceu nos últimos 8 meses. É do jogo econômico. Do ponto de vista do meio-ambiente, acho interessante o professor deixar claro que devem ser áreas “ecologicamente adequadas”, isso porque, como se sabe, a cultura da cana, muitas vezes, acaba ameaçando áreas que deveriam estar sendo preservadas.

Enfim, de qualquer modo, a produção de biocombustíveis é uma opção interessante e que merece atenção. Em sendo bem trabalhada, é mais uma oportunidade – internamente e internacionalmente – para os países da América Latina.


"DEMANDA POR ÁLCOOL JÁ DÁ MOSTRAS DE DESACELERAÇÃO."
Valor Econômico.

A demanda por álcool combustível começa a dar sinais de arrefecimento no mercado interno. O assunto foi pauta durante a reunião de ontem entre distribuidoras, usinas e executivos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo Antonio de Pádua Rodrigues, diretor-técnico da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), a estimativa da cadeia produtiva é de que a queda do consumo em novembro pode chegar a 10% sobre outubro. Rodrigues afirmou que a Unica ainda não tem uma estatística fechada sobre o consumo. O que pode ter afetado a demanda é que novembro teve menos dias úteis em relação a outubro.

O consumo de gasolina C (que inclui a mistura de 25% de álcool anidro) foi recorde em outubro, atingindo 2,23 bilhões de litros, alta de 3,2% sobre o mesmo mês de 2007 - a média do ano até outubro ficou em 2,07 bilhões de litros, informou Rodrigues, com base nos dados da ANP. A demanda por álcool hidratado também caiu em novembro. Em outubro ficou em 1,2 bilhão de litros, alta de 21% sobre igual período do ano passado - para uma média mensal no acumulado do ano de 1,06 bilhão.

No levantamento divulgado pela ANP ontem, o álcool ainda segue competitivo em 17 Estados, uma vez que seus preços estão abaixo de 70% sobre a gasolina.No entanto, a paridade está cada vez mais estreita por conta da chegada da entressafra, observa Marcelo Andrade, da Ecoflex Trading. Dos 17 Estados, sete já superam os 65%.

Segundo Andrade, os preços do álcool combustível na região Nordeste do país estão com preços mais baixos que o do Centro-Sul. Tradicionalmente, as cotações daquela região são mais firmes, mesmo durante a colheita.

O risco de desabastecimento será menor nesta entressafra, que será marcada por cotações firmes a partir de janeiro, mas abaixo das praticadas nos últimos dois anos, afirmou Andrade.(MS)



"COM PREÇO EM QUEDA, OFERTA DE ÁLCOOL CAI."
Valor Econômico. | 13/11/2008.

A oferta de álcool combustível no mercado doméstico começa a ficar mais escassa na medida que recuam os preços do álcool anidro e hidratado (posto usina). "As usinas têm vendido poucos volumes nos últimos dias", confirmou Marcelo Andrade, da Ecoflex Trading. Na última sexta-feira, os preços do álcool combustível caíram pela quinta semana consecutiva, segundo levantamento semanal feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O litro do anidro (misturado à gasolina) encerrou a R$ 0,81947/ (sem impostos), em queda de 3,03% sobre a semana anterior. O hidratado encerrou a R$ 0,78281 o litro (sem impostos), baixa de 3,66% em relação à semana anterior. Nas duas últimas semanas, a queda dos preços do álcool foi acentuada em consequência da maior oferta do combustível, mesmo em plena entressafra. As cotações atuais do álcool anidro e hidratado estão abaixo dos preços praticados no pico do ciclo 2006/07.

Neste ano, o álcool anidro registra desvalorização de 5,3%. Na comparação com agosto, pico da safra 2006/07, a queda é de 20,4%, e sobre o mesmo período de 2006, a baixa atinge 21,1%. Neste ano, o álcool hidratado acumula recuo de 7,1%. Em relação a agosto, a baixa é de 12,6%, e na comparação com o mesmo período do ano passado, a queda é de 24,2%. No pico da entressafra do ano passado, os preços do álcool combustível (posto usina) chegaram a atingir R$ 1,30.

Segundo Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), o movimento de queda dos preços do álcool combustível - iniciado na primeira semana de janeiro - não tem sido no mesmo ritmo do recuo nas usinas. Nas duas últimas semanas, o relatório da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostra recuo dos preços médios do álcool de menos de 1% nas bombas.


"GARGALOS EM INFRA-ESTRUTURA PODEM PREJUDICAR OFERTA DE BIOCOMBUSTÍVEIS"
Estudo realizado em 20 países pela Accenture aponta que será mais difícil que o esperado para que biocombustíveis ganhem 15% da oferta total de combustíveis nos próximos 20 anos.

AméricaEconomia.com.br e Reuters. | 11/11/2008.

Vendas de etanol crescem 15% em outubro, diz Unica

Santiago. Mesmo que os biocombustíveis possam ter uma cota entre 10% e 15% da oferta total de combustíveis no mundo nos próximos 20 anos, chegar a esse nível será mais difícil do que o esperado, devido a obstáculos em matéria de criação de mercados, produção, transporte e distribuição.

De acordo com um estudo realizado em 20 países pela consultoria Accenture, o mercado de biocombustíveis necessitará transformar-se “tão global e eficiente como seja possível nos próximos 10 anos, antes de competir com tecnologias como veículos híbridos a vapor (plugged in) ou alternativas não agrícolas como algas ou biotecnologias”.

Com o foco no Brasil, um dos maiores produtores de biocombustíveis, principalmente do etanol, a análise prevê que o comércio internacional desse insumo vai alcançar entre 12 e 16 bilhões de litros até 2012 e 2013 e a expectativa do gigante sul-americano de participar desse total com 9 bilhões nesse mercado se vê prejudicada pela atual capacidade de infra-estrutura e custos poucos competitivos.

“A valorização do real, crescentes gastos de capital em terrenos, custos agrícolas e a grande distância entre as novas plantações e o litoral fazem com que os investimentos em dutos, armazéns em portos e a integração dos meios de transportes se tornem cruciais para manter a competitividade do etanol brasileiro”, diz a pesquisa.

Problemas logísticos

Como exemplo, aproximadamente 60% da atual produção de etanol está localizada no interior do Estado de São Paulo, a 340 quilômetros do porto de Santos, onde é concentrada as exportações de etanol. O mesmo ocorre, segundo o estudo, ao considerar os Estados de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, que representam a nova fronteira de produção do biocombustível e estão localizados a mais de 950 quilômetros da costa. “Essas ineficiências representam entre 6% e 21% dos custos totais do etanol desde a produção até os portos”, afirma a Accenture.

O custo da produção do etanol brasileiro varia entre US$ 300 e US$ 330 por metro cúbico e os custos logísticos desde os centros de produção até os portos flutuam entre US$ 20 a US$ 70 por metro cúbico.

O estudo destaca que os players do tamanho da Petrobras, Unica, Copersucar, Cosan e outros que sejam capazes de concectar a cadeia de valor do etanol se diferenciam dos produtores e comerciantes tradicionais capturando agilidade, flexibilidade e um maior controle, além de um elevado acesso aos clientes internacionais.

Distribuição e infra-estrutura

Para alcançar a esperada maior eficiência, a pesquisa defende que os desafios estão relacionados com a integração dos biocombustíveis dentro da cadeia de valor dos combustíveis, com decisões precisas sobre armazenagem, mistura e acomodação de diferentes tipos de biocombustíveis. Da mesma maneira, é preciso investir na infra-estrutura para facilitar e apoiar os desenvolvimentos em grande escala destes, ainda que se reconheça que “é difícil justificar o investimento inicial quando os retornos e o tamanho do mercado são incertos”.

A Accenture acrescenta que o crescimento de biocombustíveis depende também de fazer um chamado eloqüente às empresas automobilísticas e empresários sobre os benefícios para o meio-ambiente. “O debate da alimentação versus combustíveis é de baixo alcance, mas seguirá existindo enquanto os governos não administrem os itens de sustentabilidade”, defende o estudo.

Dendroenergia

No entanto, para evitar essa competição entre biocombustíveis e a produção de alimentos, há aqueles que visualizam maiores possibilidades e energia derivada da madeira e seus derivados, isto é, biocombustíveis líquidos procedentes de materiais celulósicos. “Com o ritmo atual de desenvolvimento é possível que a produção de biocombustíveis de segunda geração seja competitiva dentro dos próximos 10 anos ou menos”, sustentou Carlos Carneiro, oficial florestal do escritório da FAO em Santiago.

Para Carneiro, com o emprego de dendroenergia será possível reduzir consideravelmente o ciclo de emissões de gases que causam o efeito estufa, chegando a ser mais eficiente e pelo menos tão mais econômico quanto os biocombustíveis obtidos de cultivos como a cana-de-açúcar. “Este avanço significaria que a competição com a produção de alimentos se reduzirá, a eficiência energética vai aumentar e o balanço geral de energia melhoraria”, concluiu o especialista.

Crise

A escassez de crédito deixa os produtores de etanol e açúcar do Brasil com poucas opções, que vendem o combustível no mercado à vista, provocando uma baixa dos preços locais.

Os fundamentos do mercado continuam sendo sólidos, porque se espera uma oferta apertada no período das colheitas (janeiro-março), mas a escassez de linhas de crédito para a exportação está obrigando a fábricas a venderem etanol, que tem um mercado mais fluido que o açúcar e, eventualmente, a aceitar descontos, disse um operador.

"Houve várias fábricas com problemas de crédito (...) e muitas vezes distribuidores (de combustível) foram os que financiaram o etanol pagando praticamente à vista”, disse Marcelo Andrade, diretor da corretora de Ecoflex. Normalmente, estas empresas têm em média 20 dias para pagar o produto.

A indústria do etanol e do açúcar está considerando a possibilidade de pedir crédito ao governo federal, já que tem sido fortemente afetada pela crise financeira mundial, a qual encareceu as linhas de financiamento do comércio. A indústria, intensiva em capital, tem um alavancamento considerável, já que as empresas, fundos e operadores têm investido nos últimos anos para ampliar a plantação de cana-de-açúcar e a capacidade de moenda das fábricas.


"APESAR DA ALTA NOS PREÇOS, CONSUMO DE ÁLCOOL SEGUE ACELERADO"
AGROENERGIA: boletim quinzenal de mercado. | 01/10/2008 (Por Fernando Muraro Jr., Cassiano Ribeiro e Daniele Siqueira).

Cálculos da AgRural mostram que custos do hidratado precisariam chegar a R$ 1,00 para inviabilizar o combustível. Clique aqui e veja a matéria na integra.


"O MERCADO ESTÁ OTIMISTA PARA 2009" - Entrevista: Marcelo Andrade.
Revista CanaMix | Agosto/2008 (Por Luciana Paiva).

Analista fala sobre a evolução do setor sucroalcooleiro nas operações de mercado, e que 2008 pode ser menos amargo que o esperado. Clique aqui e veja a matéria na integra.


DEDICAÇÃO AO BIOCOMBUSTÍVEL E A ENERGIA RENOVÁVEL.
Logística & Meio Ambiente - Ecoflex
Revista Logweb - Edição 77 (em 14 de Julho de 2008).

A Ecoflex Trading (Fone: 21 3282 - 5110), fundada por um dos sócios da Aliança Logística, vem buscando concretizar a expansão de projetos no mercado sucroalcooleiro. Para isso, está selando alianças com empresas deste setor.
“Uma das alianças já firmadas é com a Bloomberg, empresa multinacional de notícias e dados estatísticos e econômicos, que nos convidou para criar uma página dentro do seu terminal, disponível para 240 mil assinantes no mundo”, revela Marcelo Andrade, diretor da empresa. De acordo com ele, nesse terminal, a Ecoflex informa aos repórteres nacionais e internacionais o que há de mais recente no mercado, gerando informações em tempo real para todo o planeta e propagando a proposta de energia renovável.
Com 15 anos no mercado de combustíveis, sendo oito deles dedicados exclusivamente ao mercado de açúcar e álcool, a Ecoflex possui, também, uma aliança com a Câmara Brasil & Suécia. “A finalidade é a prospecção de novos negócios voltados àquele país e à Europa como um todo. Agimos em conjunto com a Câmara, visando auxiliar no rompimento das barreiras européias para a melhor aceitação do etanol brasileiro”, destaca Andrade.
Ele explica que a atuação da Ecoflex se estende ao mercado internacional, mantendo excelentes contatos com Tradings Companies de Açúcar e Álcool, e ainda com grandes distribuidoras de petróleo. “Atuamos com álcool carburante, álcool padrão exportação (Coréia & Japão, ANP), álcool neutro, participação nos leilões eletrônicos de álcool do governo, estruturação logística, rodoviária e cabotagem, abrangendo carga seca (açúcar) e líquida (álcool e diesel), e crédito de carbono/biodiesel”, completa.
Segundo o diretor da Ecoflex, a empresa é ecologicamente correta e visa flexibilizar soluções comerciais, logísticas e tributárias, tais como a comercialização com agentes de mercado, representação dos interesses comerciais de unidades produtoras, fornecimento de perfis de análises estatísticas e de qualidade do mercado, desenvolvimento de novos negócios, criação de projetos de exportação, estruturação de projetos comerciais e logísticos, cotação de fretes, coordenação de logística rodoviária e cabotagem, além de estruturação de operações de armazenagem terceirizada.
Andrade afirma que, por ser uma empresa exclusivamente dedicada ao mercado de biocombustíveis no Brasil, a Ecoflex mantém constantes contatos com as usinas de açúcar, álcool e biodiesel, e completa: “sendo assim, entendemos que para serem efetivamente sustentáveis, a cana-de-açúcar e o etanol requerem um tratamento diferenciado. Esses desafios demandam um gerenciamento adequado e um rigoroso cumprimento da lei para um futuro melhor”.
Para finalizar, ele informa que tem desenvolvido ferramentas alternativas para a melhor propagação dos serviços da empresa no mercado. “Criamos, por exemplo, um canal para debates e discussões de pontos polêmicos, que certamente agrega muito ao nosso conhecimento”, conclui.


PANORAMA ECONÔMICO - NO MEIO DO CAMINHO.
Blog da Miriam Leitão(globo.com) - Enviado por Débora Thomé em 14 de Junho de 2008.

Não há dúvidas de que, num momento em que o mundo passa a comer mais e melhor, o Brasil, como grande produtor de alimentos, aumenta ainda mais suas chances no comércio internacional. Mas há um risco já anunciado: a rede de transporte do país não está preparada para grandes aumentos na produção. Parte da soja periga ficar no campo; do álcool, nas usinas.
— O Brasil tem uma vocação para commodities que não pode, nem deve, ser abandonada. Mas precisa ter estrutura logística e fazer com que ela seja menos cara. A soja aqui, para chegar ao porto, custa muito mais que nos Estados Unidos — diz o professor Manoel Reis, coordenador do Centro de Excelência em Logística da FGV-EAESP.
Esse "muito mais" pode significar o triplo do custo. A matriz do problema do transporte brasileiro é conhecida: ele é muito concentrado em rodovias, em detrimento de mais investimentos em ferrovias e hidrovias. E pior: as rodovias também não são essa maravilha.
No Brasil, transportar pelas estradas custa, em média, o dobro de por ferrovias. Mas, como a malha ferroviária é pequena, o modal rodoviário torna-se, em vários casos, a única opção. Porém, para nossas commodities, certamente, o ideal seria uma maior utilização dos trens. Manoel Reis ressalta que "também do ponto de vista ambiental, eles são muito melhores".
Atualmente são 28 mil quilômetros de vias férreas no país, menos que na Argentina. O professor acredita que seria necessário ter mais de 50 mil quilômetros. O Plano Nacional de Logística prevê que, até 2025, as ferrovias cheguem a ser mais usadas para transportar carga que as estradas.
Hoje essa taxa até vem aumentando, mas muito devagar. Como mostra o gráfico abaixo, com o percentual de utilização dos modais, será um longo percurso para uma mudança efetiva. (Aliás, não aparece no gráfico, mas o Brasil também usa muito pouco o transporte fluvial; é apenas 1% do total.)
O resultado desse caldo tem sido um transporte lento, caro e ineficiente desde o campo até os portos. E, quando chega no porto, o problema prossegue, porque há pouca disponibilidade de navios, que estão demorando até 30 dias a serem desembarcados.
Marcelo Andrade, da Ecoflex Trading & Logística, chama a atenção também para a questão de transporte do biodiesel e do etanol:
— Muitas usinas estão buscando contratos longos com transportadoras e até mesmo investimentos em frota própria. Esta será a safra da melhor alternativa logística.



CÂMARA DE COMÉRCIO BRASIL-SUÉCIA FORMA CONSÓRCIO DE ETANOL COM A ECOFLEX TRADING & LOGÍSTICA E A BRAZILSHIP.
Revista Logweb : Edição 76 - 1º de Junho de 2008.

A Câmara de Comércio Brasil-Suécia formou consórcio com a Ecoflex Trading & Logística (Fone: 21 2005.6467) e a BrazilShip – ScanBrazil chamado “Brazilian Ethanol Supply & Trade”. O projeto dispõe de uma estrutura unificada oferecendo aos clientes a prestação de um serviço que contempla a aquisição e a entrega do etanol brasileiro na Suécia. O objetivo central é ser um prestador de serviço dedicado ao segmento de etanol combustível na cadeia logística do mercado internacional. Desde a “originação” até a entrega do produto nos portos, a Ecoflex oferece a experiência de uma empresa atuante no mercado brasileiro aliada à experiência da Brazilship em agenciamento marítimo, identificando as melhores alternativas e navios, juntamente com a credibilidade da Câmara de Comércio Brasil-Suécia identificando demandas e clientes.


PERSPECTIVAS E OPORTUNIDADES NO MERCADO SUCROALCOOLEIRO EM 2008.
Ecoflex Trading - 18 de Março de 2008.

A Ecoflex participou deste evento realizado no dia 18 de março de 2008 pela Bloomberg em São Paulo. Clique aqui para fazer o download da apresentação realizada.


PREÇOS DO ÁLCOOL NÃO SOBEM TANTO NA ENTRESSAFRA.
Blog da Miriam Leitão(globo.com) - 14 de Janeiro de 2008.

A energia traz este ano, pelo menos, uma boa notícia para o consumidor: o preço do álcool - mesmo agora, na entressafra - não subiu como nos outros anos. A razão é que muito produtor apostou que o preço subiria nesta época, fez estoque, e acabou que o mercado ficou bastante ofertado. Nessa conta, entra também o fato de os Estados Unidos terem aumentado muito sua produção sem que a demanda aumentasse na mesma proporção; ou seja, estão precisando importar menos do Brasil.
Para se ter uma idéia, no ano passado, conta Marcelo Andrade, da Ecoflex Trading, o álcool para exportação chegou a US$ 580 e este ano está em torno dos U$ 440/450.Mas o que está subindo muito de preço é o frete. Não apenas porque agora é preciso transportar, além de diesel, álcool, gasolina, também o biodiesel (e este não pode ser transportado no mesmo caminhão que os demais sem que tenha passado por uma limpeza), mas também porque está sendo preciso levar diesel para abastecer as térmicas do Nordeste.
Em 3 meses, o frete subiu cerca de 30%.- Hoje tem a questão do preço. Mas, mesmo pagando caro, está faltando caminhão mesmo - diz Marcelo Andrade.No blog que mantém, ele alerta: "nunca presenciamos nada próximo do que estamos vivendo atualmente com a calamidade de transportes no Brasil, principalmente na Região Norte / Nordeste, onde estamos infinitamente com os suprimentos comprometidos".
Aliás, neste mesmo blog, um dos participantes da discussão, de uma transportadora, conta que fizeram "um levantamento das horas rodadas por nossos caminhões por mês, e 60% do tempo útil os caminhões ficam parados na porta das usinas ou bases", por problemas de burocracia, de "tancagem" (estoque das usinas) ou mesmo de pessoal.


UNICA REVÊ; PARA CIMA PRODUÇÃO DE CANA EM 2007/08.
São Paulo - 13 de Dezembro de 2007 (MS).

A União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) reviu para cima sua previsão de moagem de cana para a safra 2007/08, depois de manter por cinco meses o volume em 415 milhões de toneladas. Em seu último relatório do ano, a Unica prevê moagem de 425 milhões, 14% mais sobre 2006/07.
A mudança nas estimativas reflete o clima favorável à colheita em novembro, disse Antonio de Padua Rodrigues, diretor-técnico da Unica. Mesmo com moagem maior, as usinas do centro-sul devem deixar entre 5 milhões a 7 milhões de toneladas nos canaviais. A maior produção também foi atribuída ao início das operações de três novas usinas em outubro.
A produção de álcool deverá ficar em 19,7 bilhões de litros, 23% mais que em 2006/07. O volume exportado deve atingir 2,8 bilhões de litros no centro-sul, redução de cerca de 600 milhões de litros sobre 2006/07, por conta da menor demanda dos EUA. Para o açúcar, a produção está estimada em 26,2 milhões de toneladas, 1,63% maior que a safra anterior. A expectativa inicial era de que a oferta de açúcar recuasse ligeiramente nesta safra.
Para 2008/09, a Unica ainda não tem estimativas. Mas Padua estima um novo aumento de produção de cana por conta das 30 novas usinas que deverão entrar em operação. Essas novas unidades deverão adicionar um volume extra de 21 milhões de toneladas em média.
Para esta entressafra, a Unica garantiu que há oferta suficiente de álcool, mesmo com a maior demanda pelo combustível com a entrada de 2 milhões de veículos flexfuel no último ano no país. Os estoques de dezembro a abril estão estimado em torno de 6,5 bilhões de litros, 25% mais que no mesmo período do ano passado.
A maior oferta de álcool na entressafra se reflete nos preços. Segundo Marcelo Andrade, da Ecoflex Trading, o mercado "continua morno, com tendência de estabilidade". Conforme Andrade, o comprador está em fase de apuração de estoques. As usinas deverão trabalhar a colocação da oferta no mercado para evitar a concentração de volume no mesmo período.


COLHEITA DE CANA-DE-AÇÚCAR EM FASE FINAL NO CENTRO-SUL.
01 de Outubro de 2007.

A colheita de cana-de-açúcar avança no centro-sul do país e já se aproxima da reta final. Dados preliminares da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) indicam que as usinas processaram cerca de 320 milhões de toneladas até o fim de setembro, ou cerca de 75% da oferta total estimada para a região, de 425 milhões de toneladas. No mês de setembro, as usinas processaram cerca de 65 milhões de toneladas de cana.
Segundo Antonio de Padua Rodrigues, diretor-executivo da Unica, o ritmo da moagem nas próximas semanas vai depender do clima. O volume de cana que deverá ser deixado nos canaviais também poderá ser menor, se o clima continuar seco. Em agosto, a Unica tinha projetado que cerca de 10 milhões de cana ficariam "em pé".
Segundo Padua, esse volume poderá cair se o ritmo da colheita avançar até o fim da safra, previsto para dezembro. Entre maio e junho, as chuvas nas regiões produtoras atrapalharam a moagem. Com a safra de cana perto do fim, os preços do álcool começam a ficar firmes. Na sexta-feira, contudo, ainda fecharam mistos. O litro do anidro encerrou a R$ 0,66022 (sem impostos), com ligeiro recuo de 0,18% em relação à semana anterior. O hidratado fechou a R$ 0,58163 (sem impostos), com aumento de 0,34% sobre o período anterior, segundo levantamento semanal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Segundo Marcelo Andrade, diretor-sócio da Ecoflex Trading, os preços do álcool ainda não apresentam direção altista. A expectativa é de que as cotações do álcool comecem a subir a partir da segunda quinzena de outubro e se consolidem em novembro. As usinas já começaram a fechar exportações de anidro para Europa, com entrega a partir de janeiro.


CORRETORAS SÃO OS OUVIDOS PARA ENTENDER O MERCADO.
Boom do açúcar e o álcool estimulou expansão de profissionais no setor.
Mônica Magalhães, de São Paulo - Free Lance para o Jornalcana - Julho/2007.

Aderir ou não a uma corretora para negociar açúcar e álcool? A pergunta parece ingênua, mas ainda é feita e precisa ser respondida. Sim, claro, aderir. “As corretoras têm duas vantagens capitais: informação e conhecimento”, afirma Marcelo Andrade, da Ecoflex Trading, que também atua como corretora no mercado sucroalcooleiro. “A diferença entre uma trading e uma corretora, é que a trading compra e vende e assume o risco, a corretora faz a intermediação”.
Segundo Andrade, o operador da usina também pode fazer esse mesmo papel. Mas corre o risco de não ser eficiente o bastante. “As corretoras têm várias orelhas para escutar e entender o mercado. A usina tem praticamente só uma”. Com o boom do setor sucroalcooleiro, muitos executivos deixaram as corretoras onde atuavam para tentar carreira solo. Esse movimento inflou o mercado. “A pessoa para se arriscar sozinha tem de entender de tudo, desde comercialização até logística. Tem de agregar informação. Caso contrário, não vai para frente”, afirma Andrade.
O papel das corretoras de açúcar e álcool no país começou a se intensificar a partir do processo de livre negociação dos dois produtos no país, que remonta ao início dos anos 1990, com a extinção do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA). Esse órgão governamental regulava a produção de açúcar e promovia estímulos à produção de álcool. A finalidade do IAA era assegurar o equilíbrio interno no fornecimento de açúcar e fomentar a fabricação de álcool, devido à alta dos preços do petróleo no mercado internacional.
A partir dos anos 90, com o amadurecimento deste mercado, a BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros), em sintonia com o setor sucroalcooleiro, lançou em 1995 o contrato futuro de açúcar cristal.Há contratos futuros em negociação nos EUA (New York Board of Trade) e na Europa (Euronext.Liffe), mas com base no açúcar demerara e refinado, respectivamente. Vale ressaltar que o açúcar negociado na BM&F é o cristal especial, que é de qualidade superior ao demerara e inferior ao refinado. A partir de 2000, a bolsa lançou o contrato de álcool, que foi relançado com novo formato em maio deste ano.
Em uma fase em que os preços internacionais do açúcar não estão muito convidativos, o papel das corretoras no país torna-se mais importante para as usinas sucroalcooleiras do país. Segundo Eduardo Naufal, da União Corretora, de São Paulo, a intenção é de que a corretora faça com que a usina feche um preço médio que a remunere. Esse papel hoje está difícil, considerando o cenário de preços tem se mostrado adverso para o setor sucraolcooleiro no curto e médio prazos.
Fundada em 1984, a União Corretora (Union Consultoria e Assessoria de Negócios), presidida por Francisco de Lavor, iniciou suas atividades, buscando criar soluções novas e criativas na intermediação e assessoramento às empresas nas áreas financeiras e de commodities. A União Corretora especializou-se em agronegócios e passou a também negociar energia, por meio da União Energia. Segundo Naufal, a corretora deverá comercializar nesta safra 2 milhões de toneladas de açúcar e cerca de 1 bilhão de litros de álcool.
Fundada há 10 anos, a Hencorp Commcor (associação entre a Commcor e a Hencorp Becstone) também tem forte experiência no setor sucroalcooleiro. A corretora organiza, operacionaliza e desenvolve mecanismos de hedge nos mercados futuros e de opções, visando maximizar os ganhos e minimizar os riscos. A NovaFox, também de São Paulo, presidida por Carlos Dornellas, tem como carros-chefes açúcar e álcool, mas também estuda entrar no biodiesel. A corretora também está se especializando em logística. O biodiesel também é o foco da Ecoflex Trading, do Rio de Janeiro.
Segundo Marcelo Andrade, diretor-sócio da trading que também atua como corretora, o biodiesel será comercializado pela trading a partir de 2008. O forte da Ecoflex é o álcool, nos mercados interno e externo.Andrade informou que a empresa já negociou este ano 350 milhões de litros de álcool e 900 mil sacas de açúcar. A trading S/A Fluxo, de São Paulo, tem uma atuação no mercado há 37 anos. No início, seu presidente, Manoel Garcia, atuava como assessor de empresas da região Nordeste do país. Atualmente, a Fluxo uma das mais atuantes naquela região. “No início dos anos 90, as usinas do Nordeste eram mais intensas nas exportações de açúcar”, afirmou Marcos Bruno Daniel.

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