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Através de pesquisa aos grandes portais de informação, a ECOFLEX TRADING, identifica os principais fatos que se destacam no mercado, disponibilizando-os para que seus clientes estejam sempre bem informados.

Petrobras Biocombustível tem prejuízo de R$ 92 milhões.
A Petrobras Biocombustível S.A. registrou um prejuízo líquido de R$ 92 milhões em 2009, seu primeiro ano de operação. Criada para concentrar as operações com etanol, biodiesel e outros combustíveis renováveis da Petrobras e com investimentos previstos de US$ 2,5 bilhões até 2013, apenas a produção de biodiesel está em operação.
Segundo dados financeiros da empresa, o prejuízo foi provocado pelo fato das usinas de biodiesel terem entrado em operação plena apenas no segundo trimestre. Também é ressaltado no documento os custos advindos dos gastos adicionais de matéria-prima pelas usinas de biodiesel localizadas na região do semiárido brasileiro. A Petrobras Biocombustível possui hoje três usinas produtoras de biodiesel, em Candeias (BA), Quixadá (CE) e Montes Claros (MG) que totalizam uma capacidade de produção anual de 326 milhões de litros.
Em 2009, a Petrobras Biocombustível comercializou 11,46 milhões de litros de biodiesel, 852 mil litros de óleo e 11,12 milhões de litros de outros produtos, o que gerou um receita operacional líquida de R$ 231 milhões. Porém, o custo dos produtos vendidos foi de R$ 235,8 milhões, o que gerou um prejuízo bruto no período de R$ 5 milhões. O Ebitda da empresa foi negativo em R$ 94 milhões, com uma margem bruta de -2% e uma margem operacional de -40%.
A expectativa é de que em 2010 a empresa consiga melhores resultados com biodiesel em razão de ganhos de escala e com o aumento de produção. No caso do etanol, a empresa prevê a ampliação de sua participação neste mercado. Com 80% dos investimentos previstos até 2013 focados em etanol, até o momento a empresa tem apenas uma participação de 40,4% da Total Agroindústria Canavieira, em Bambuí (MG), com capacidade instalada de 100 milhões de litros de hidratado por ano. A capacidade pode ser elevada para 203 milhões de litros por ano, gerando um excedente de energia elétrica de 38,5 MW a partir de bagaço de cana.
Agência Estado

Bertin vai assumir o controle da Infinity Bio-Energy.
O Grupo Bertin vai assumir o controle da produtora de açúcar e álcool Infinity Bio-Energy Brasil, que está em recuperação judicial. O acordo, assinado há alguns dias, deve ser divulgado hoje. A Infinity tem atualmente cinco usinas em operação, e sua dívida supera os R$ 700 milhões. O plano de recuperação judicial da empresa, aprovado em dezembro, já previa a entrada de novos sócios ou a venda de ativos.
O Bertin fundiu no ano passado suas operações de alimentos e lácteos com a JBS Friboi, criando a maior empresa de carnes do mundo. Mas manteve algumas operações separadas, como a área de biodiesel, a de construção e a de infraestrutura. Com a Infinity, a produção de álcool ganha mais força dentro do grupo, que já é sócio da Usina São Fernando, em Mato Grosso do Sul.
No final de fevereiro, a Agência Estado informou que a Infinity preparava um aumento de capital de R$ 180 milhões, operação que seria avaliada em uma assembleia geral extraordinária de acionistas marcada para 22 de março. Os R$ 180 milhões de aumento de capital correspondem exatamente ao valor líquido que a companhia pretendia receber pela venda da Usina Naviraí (Usinavi), em Mato Grosso do Sul, ou ainda a ser obtido por meio de um empréstimo, pelo qual a usina seria dada como garantia. A Usinavi foi a única das cinco usinas controladas pela Infinity que não foi dada como garantia aos credores que aprovaram o plano de recuperação.
A usina tem capacidade de moagem de 3,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, é a maior unidade industrial da Infinity no País e foi a primeira adquirida pela companhia, em setembro de 2006. Antes mesmo da aprovação da recuperação judicial, a Infinity já negociava a venda da usina.

POLO
Além da Usina Naviraí, a Infinity criou um polo nas divisas de Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo, com três unidades em operação ? Alcana, Cridasa e Disa ? e ainda possui a Usina Paraíso, em São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas.
O plano de recuperação judicial da previa, além de uma reestruturação e da venda de ativos, o pagamento de dívidas de valores iguais ou inferiores a R$ 1,5 mil logo após a homologação do acordo. Os credores com garantias reais serão pagos em dez anos, com o desembolso previsto para começar cinco anos após a homologação judicial. Os credores trabalhistas devem ser pagos em até um ano. Para os credores que não possuem garantias está previsto um desconto de 50% no valor de seus créditos e opção pelo recebimento em dez anos e meio, ou em cronograma de pagamentos mensais.
Estadão

Diretor de Qualidade da ANP: Brasil já é exemplo em biocombustível.
Apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no exterior como grande alternativa mundial para os combustíveis derivados do petróleo, o etanol brasileiro deve se tornar uma commodity internacional de peso no mercado global. Este, pelo menos, é o objetivo do governo e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, garante Allan Kardec, diretor de Abastecimento, Qualidade e Fiscalização da agência, nesta entrevista ao JB.
Temos alguns desafios pela frente. Precisamos elevar o etanol brasileiro ao patamar de commodity internacional. Também temos como objetivo a consolidação do Programa de Biodiesel de forma sustentável, contribuindo para a maior participação da agricultura familiar na cadeia produtiva e reduzindo as disparidades regionais. Buscamos ampliar a utilização das matérias-primas brasileiras como forma de reduzir o custo do produto final. Temos que cumprir essas tarefas garantindo a segurança energética do suprimento de longo prazo, mantendo a competitividade da energia ofertada, sem deixar de contemplar questões sócio-ambientais.
Na sua avaliação, quais são as questões mais importantes na indústria brasileira de petróleo e gás natural no momento?
É a nova realidade que se apresenta com os novos reservatórios do pré-sal. Trata-se de um desafio, não só em termos de exploração, mas também de refino, com a perspectiva de precisarmos de mais refinarias, e a maneira como o país vai se comportar nesse novo cenário. Outra questão relevante diz respeito aos biocombustíveis. Somos um exemplo de mais de 30 anos de experiência nessa área. Podemos dizer que estamos onde muitos países gostariam de estar em termos de participação de fontes renováveis na matriz energética. Em 2008, a biomassa respondeu por 31,60% da matriz brasileira, enquanto o petróleo e derivados corresponderam a 36,70%. No caso dos combustíveis, houve um crescimento expressivo do biodiesel e do etanol na comparação do consumo aparente no período 2007/2008. No etanol, houve crescimento de 28,8% e as vendas deste combustível superam as de gasolina “A” desde março de 2008. No biodiesel, houve acréscimo de 332% no mesmo período.
O que a ANP aponta como sua principal conquista em sua atuação no mercado de combustíveis na última década?
Podemos destacar a criação do Programa de Monitoramento de Qualidade de Combustíveis, que representa um avanço no combate à adulteração. O programa, que permite a realização de ações de fiscalizações mais direcionadas, somado ao aperfeiçoamento do arcabouço regulatório, contribuiu para que o país saísse de duas casas decimais nos índices de não-conformidade, para uma casa decimal. Hoje, o Brasil mantém nível internacionalmente aceito em termos de não-conformidade dos combustíveis. Temos também o etanol, que está consolidado como combustível no Brasil e surge como opção para o mundo em termos de energia. Sem falar na introdução do biodiesel em nossa matriz energética. Os biocombustíveis são de extrema importância para o crescimento do país. Hoje já existem mais de 60 empresas produtoras, responsáveis em 2009 pela produção do biodiesel, que atendem às especificações técnicas da ANP. Essas empresas participaram dos 15 leilões de venda do produto realizados pela ANP. Representam uma oportunidade para fixar o
homem à terra, para produzir combustível limpo e gerar emprego e renda no campo. Podemos destacar ainda a ação que resultou na eliminação do mercado de agentes em situação irregular, e também a publicação de novas regras para o mercado e o aperfeiçoamento das existentes. E o processo de publicação de novos regulamentos é realizado com ampla participação dos agentes econômicos.

Biodiesel conquista espaço na economia nacional
O biodiesel foi introduzido na matriz energética brasileira em 2005 e ampliou a competência administrativa da ANP, que passou desde então a denominar-se Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. A partir de então, a ANP assumiu a atribuição de regular e fiscalizar as atividades relativas à produção, controle de qualidade, distribuição, revenda e comercialização do biodiesel e da mistura óleo diesel-biodiesel (BX). A produção e o uso do biodiesel no Brasil propiciam o desenvolvimento de uma fonte energética mais sustentável sob os aspectos ambiental e econômico e também trazem a perspectiva da redução das importações de óleo diesel.
Desde 2008, o óleo diesel comercializado em todo o Brasil deve conter, obrigatoriamente, 3% de biodiesel. Esta regra foi estabelecida pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que aumentou de 2% para 3% o percentual obrigatório de mistura de biodiesel ao óleo diesel. O biodiesel é, basicamente, um combustível produzido a partir de óleos vegetais ou de gorduras animais. A redução das importações de diesel deve resultar numa economia de cerca de US$ 410 milhões por ano e gerar divisas para o país, além de reduzir a dependência externa referente ao produto de 7% para 5%.

Temas serão debatidos em fórum na Suécia
Questões fundamentais para a política energética brasileira, tal como os biocombustíveis, regulados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), serão temas debatidos na conferência O Brasil e o futuro, a realizar-se na próxima terça-feira, 16 de março, na Academia Real Sueca de Engenharia (IVA), em Estocolmo, na Suécia. A conferência dá seguimento ao ciclo de debates intitulado Brasil e o futuro, iniciado no ano passado na Universidade de Columbia, em Nova York, EUA.
O JB reúne personalidades brasileiras dos mais diversos setores para no exterior para debater temas chaves para o crescimento do país, como novas energias, combustíveis, sustentabilidade e educação. A conferência contará com a participação de Allan Kardec Duailibe Barros Filho, diretor da ANP; Ricardo Castello Branco, diretor executivo de Etanol da Petrobras Biocombustíveis; Antonio Roberto Cortes, presidente da MAN na América Latina; Ivo Pitanguy, cirurgião plástico; Arnaldo Niskier, presidente do CIEE/RJ, entre outras personalidades.
Jornal do Brasil

Venda de etanol hidratado cai 28% em fevereiro.
As vendas de etanol totalizaram 1,23 bilhão de litros no mês de fevereiro, sendo 1,21 bilhão destinadas ao mercado doméstico e apenas 18,19 milhões à exportação. Deste total do mercado interno, as vendas de hidratado ficaram em 760,13 milhões de litros, queda significativa de 28,29% em relação aos 1,06 bilhão de litros em janeiro.
Caso toda a queda de preços observada para o produtor no etanol hidratado tivesse sido repassada ao consumidor, o volume de vendas em fevereiro teria sido muito maior. Segundo a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), nas últimas seis semanas, o preço ao produtor de etanol registrou um recuo médio de 22,44%, ou o equivalente a R$ 0,27 por litro.
No entanto, o preço ao consumidor nas bombas ainda não apresentou uma redução significativa, com uma queda de apenas R$ 0,04 por litro no mesmo período, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo (USP).
Neste cenário, o volume de 760,13 milhões apurado em fevereiro é significativo, já que somente os Estados de Mato Grosso e Goiás permaneceram competitivos em relação à gasolina. No acumulado da safra desde o início de abril de 2009, o volume de etanol comercializado pelas unidades produtoras da região Centro-Sul alcançou 23,36 bilhões de litros, 2,18% superior ao total observado para o mesmo período da safra passada.
Agência Estado

Usinas de etanol e laboratórios podem ganhar com disputa com EUA.
A decisão do Brasil de aumentar as taxas de importação sobre uma lista de 102 produtos americanos, em resposta aos subsídios concedidos por Washington à produção interna de algodão, pode ser revista nos próximos dias. Segundo especialistas, haverá uma conversa entre o governo brasileiro e os Estados Unidos que pode levar a uma alternativa que suspenda a retaliação.
"Não haverá uma guerra comercial entre os dois países. Pelo contrário, o objetivo é chegar a um acordo nos próximos 30 dias", explica Rubens Barbosa, ex-embaixador em Washington e em Londres. Para o consultor de relações internacionais, os Estados Unidos não esperavam que a Organização Mundial do Comércio (OMC) fosse dar parecer favorável ao Brasil. "É a primeira vez que temos a possibilidade de retaliar alguém. Isso espanta qualquer um que esteja na frente da mira", completa.
Há dOis motivos principais que justificariam os esforços dos Estados Unidos em evitar qualquer tipo de penalização. O primeiro tem a ver com a participação ativa no mercado brasileiro. No ano passado, o volume de importação de produtos americanos foi de 20 bilhões de dólares, enquanto a exportação brasileira para os Estados Unidos alcançou 15,6 bilhões de dólares. Isso significa que a maior potência mundial não quer perder a oportunidade de se expandir numa economia emergente com grande potencial de crescimento do consumo nos próximos anos.

Quebra de patentes
Outra razão pela qual os Estados Unidos tentariam selar um acordo de paz é o fato de o Brasil ter em mãos um recurso conhecido como "retaliação cruzada". O país poderá deixar de lado determinadas obrigações com os direitos de propriedade intelectual e quebrar algumas patentes - como, por exemplo, as de remédio. Essa ação provocaria um ataque direto à indústria farmacêutica americana, beneficiando os fabricantes de genéricos que atuam no Brasil.
"Nos anos 80, quando fui embaixador no GATT (Acordo Geral de Tarifas e Comércio), os Estados Unidos nos aplicaram retaliações cruzadas sem ter uma legislação que justificasse o ato", conta Rubens Ricupero, ex-embaixador do Brasil em Washington e ex-ministro da Fazenda. Naquela época, diante de tamanha pressão americana, o presidente Fernando Collor enviou ao Congresso uma proposta de lei de propriedade intelectual. "Os EUA se lembram de como eles foram inflexíveis com o Brasil. Por isso, temem que haja uma revanche", diz ele.
Entre as exigências do Itamaraty para não retaliar os Estados Unidos com 829 milhões de dólares por ano, está a mudança no programa de subsídios ao algodão americano para que o produto brasileiro não seja prejudicado. Esse é um pedido um tanto quanto complexo, porque, afinal, envolve o Congresso americano, que não costuma mexer em sua legislação agrícola. Fora isso, o National Cotton Council (Conselho Nacional do Algodão) exerce uma forte pressão sobre os deputados e senadores americanos. Em nota oficial, o NCC acredita que os dois governos se empenharão ao máximo em discussões para evitar os "efeitos nocivos da retaliação". Mas, em nenhum momento, a organização menciona uma possível concessão ao Brasil.

Plano B
Caso os Estados Unidos torçam o nariz para a proposta de mudança em seu sistema agrícola, o Brasil já tem um plano B: conseguir reduções de barreiras tarifárias para produtos brasileiros no mercado americano. Nesse contexto, o etanol entraria na primeira posição da fila. Hoje, o bicombustível brasileiro, que vem ganhando fortes consolidações no setor rumo a um processo de internacionalização, enfrenta uma sobretaxa de 0,54 centavos de dólar por galão. A esperança era de que esse cenário se revertesse com a eleição do presidente Barack Obama. No entanto, nenhuma medida foi tomada ainda.
"Em último caso, se não houver um consenso, o Brasil deverá manter com firmeza a retaliação aos Estados Unidos", afirma Ricupero. Com isso, a tarifa do trigo poderá triplicar, enquanto a sobretaxa do algodão americano aumentará de 6% para 100%. O valor da importação de outros produtos como cosméticos, pasta de dente, lâminas de barbear e sabonetes poderão passar de 18% para 36%. A lista negra do Brasil deverá valer a partir do próximo dia 7 de abril - e terá doze meses de duração. Depois desse período, os Estados Unidos poderão pedir uma revisão do julgamento da OMC.
Portal Exame

Preço do etanol recua para usinas, mas queda ainda não chega ao consumidor.
O preço pago pelo etanol hidratado aos produtores de São Paulo manteve tendência de queda nas últimas seis semanas, com recuo médio de 22,44%, o equivalente a R$ 0,27 por litro. No entanto, o preço ao consumidor nas bombas ainda não apresentou uma redução significativa, com queda de apenas R$ 0,04 por litro no mesmo período, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da USP.
De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), essa demora no repasse de preço do produtor ao consumidor tem prejudicado a competitividade do etanol frente à gasolina.

Vendas
No mês de fevereiro, as vendas de etanol totalizaram 1,23 bilhão de litros, sendo 1,21 bilhão de litros destinados ao mercado doméstico 18,19 milhões de litros à exportação. No mercado interno, as vendas de etanol hidratado sofreram uma retração significativa no mês, com queda de 28,29%, o equivalente a 760,13 milhões de litros, contra 1,06 bilhão de litros em janeiro.
Caso toda a queda de preços observada para o produtor no etanol hidratado tivesse sido repassada ao consumidor, o volume de vendas em fevereiro teria sido muito maior, na avaliação da Unica. No entanto, o volume de 760,13 milhões apurado em fevereiro é significativo, já que somente em dois estados, Mato Grosso e Goiás, os preços permaneceram competitivos.

Usinas iniciam nova safra
Na última quinzena de fevereiro, o número de empresas em produção no Centro-Sul do país totalizou 47 usinas, sendo que 5 delas haviam encerrado a safra 2009/2010 no final de dezembro e já iniciaram a produção da nova safra. Com isso, a moagem acumulada na safra 2009/2010 até o final de fevereiro chegou a 535,30 milhões de toneladas.
A cana processada pelas unidades que já iniciaram a safra 2010/2011 soma 270 mil toneladas. Na segunda quinzena de fevereiro, a moagem atingiu 2,27 milhões de toneladas, apresentando pequena queda em relação às 3 milhões de toneladas processadas na primeira quinzena do mês.

Açúcar e etanol
Do total da cana processada na safra 2009/2010 até o momento, 42,87% foi destinada à produção de açúcar e 57,13% ao etanol. No acumulado desde abril de 2009, a produção de etanol alcançou 23,33 bilhões de litros, sendo 17,13 bilhões de etanol hidratado - crescimento de 3,74% sobre a safra anterior - e 6,19 bilhões de etanol anidro, com queda de 26,93% relativamente à safra 2008/2009.
Apesar dos preços mais remuneradores, a produção acumulada de açúcar cresceu apenas 6,86% na safra 2009/2010, totalizando 28,53 milhões de toneladas. A produção da safra 2010/2011 até o final de fevereiro totalizou 2,10 mil toneladas de açúcar, e 13,80 milhões de litros de etanol.
Globo Rural - Rede Globo

Produção de etanol deve crescer 19%.
A produção de etanol pelas usinas do Centro-Sul deve aumentar 18,98% na safra 2010/11 em comparação com a safra anterior 2009/10, que se encerra oficialmente neste mês. O porcentual representa um acréscimo de 4,4 bilhões de litros de etanol no mercado. Na safra 2009/10, as usinas do Centro-Sul produziram 23,18 bilhões de litros do biocombustível.
Somando a produção do Centro-Sul à do Nordeste, o aumento na produção do etanol no Brasil deverá ser de 17,75%, sustentado basicamente pelas usinas do Centro-Sul, que responderão por quase a totalidade do incremento. No total, a previsão é de um aumento de 4,49 bilhões de litros durante a safra 2010/11 ante a safra anterior, quando foram produzidos 25,29 bilhões de litros.
A estimativa é da Datagro Consultoria e foi divulgada ontem no 3º Simpósio Internacional Datagro/Udop. O evento marcou o início da Semana Feicana/FeiBio, cuja abertura oficial acontece hoje (9), a partir das 14h, no recinto de exposições Clibas de Almeida Prado, onde está sendo realizada a feira. Após a abertura oficial, a feira será aberta à visitação.
A produção de açúcar, apesar dos preços mais remuneradores, deverá crescer menos do que a de etanol, devido à capacidade instalada das usinas e a entrada em operação de novas unidades que produzirão no primeiro ciclo apenas etanol.
De acordo com a Datagro, o aumento na produção de açúcar no Centro-Sul será de 14,47%, saltando dos atuais 28,48 milhões de toneladas para 32,6 milhões de toneladas de açúcar. A capacidade total instalada do Centro-Sul é de aproximadamente 33,5 milhões/toneladas. No Brasil o crescimento será um pouco menor: 12,65%, com produção total de 37,3 milhões de toneladas na safra 2010/11, ante 33,11 milhões/toneladas na safra anterior.
Folha de Araçatuba


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